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óleo de abacate, essencial para seu dia!

OLEOABACATE

13 fev óleo de abacate, essencial para seu dia!

Quando se fala de abacate, certamente uma das primeiras lembranças que vêm à mente é ele amassado com limão e açúcar, certo? O abacate é muito utilizado em vários países, inclusive no Brasil como alimento na culinária tradicional desde pratos simples a mais sofisticados mas você sabia que ele possui propriedades funcionais excelentes para nosso organismo?

O Óleo de Abacate possui em sua composição várias substâncias funcionais, entre as mais ativas temos lecitinas, fitoesteróis (beta-sitosterol especialmente), ômega 9 (ácido oléico), vitamina A, D e um alto teor de vitamina E, às vezes quase o dobro do óleo de semente de uvas. Pesquisas do UCLA, Centro de nutrição humana da Califórnia, indicaram que os abacates possuem o teor mais alto de vitamina E quando comparados ao kiwi, nectarinas, uvas e pêssegos. A vitamina E é conhecida por ser um poderoso antioxidante que age inibindo a formação de radicais livres, ajudando assim a diminuir os sinais do envelhecimento.

A maioria das propriedades do óleo de abacate se devem à presença em alta concentração de beta-sitosterol, um fitoesterol de estrutura química muito similar à do colesterol e encontrado no arroz, na soja, no germe de trigo e no milho. Sua concentração é 25.5 vezes mais alta no abacate quando comparado com a da laranja. Este fitoesterol confere ao óleo de abacate propriedades bactericidas, antivirais, fungicidas e anti-inflamatórias.

O beta-sitosterol sozinho ou em combinação com outros esteróis de plantas têm demonstrado em estudos clínicos um efeito de reduzir os níveis de colesterol no sangue. Ele age neste sentido de três formas. Primeiramente quando usado junto com a comida (1 colher de café do óleo de abacate) ele se associa às gorduras e age bloqueando a absorção do colesterol pelo corpo (somente 5-10% de b-sitosterol agregado é absorvido). Este efeito pode ajudar também em regimes de perda de peso e especialmente na prevenção de doenças cardiovasculares. Segundo, ele age diretamente no fígado equilibrando os níveis do colesterol no sangue, o LDL (mau colesterol) diminui, enquanto o HDL (bom colesterol) sobe. E, terceiro, quando conjugado a lecitinas presentes no óleo de abacate, ele agrega-se à gordura ruim no sangue facilitando sua eliminação do corpo pelas vias urinárias, acabando por desobstruir os vasos. É um excelente óleo para emprego culinário para prevenção de doenças circulatórias e pode ser combinado com o azeite de oliva.

Um estudo feito por pesquisadores do Instituto Mexicano de Seguro Social, publicado em arquivos médicos no inverno de 1996, mostravam que quem come abacate todos os dias por uma semana, têm uma queda de 17% do colesterol total do sangue.

O abacate também possui um carotenóide chamado luteína que ajuda a proteger o organismo contra o câncer de próstata e doenças dos olhos como catarata e degeneração da mácula. Vale citar também que uma substância chamada d-perseitol presente no abacate age como diurético.

O b-sitosterol também tem demonstrado efeito normalizador do açúcar no sangue e nos níveis de insulina no diabetes tipo I e II. Ele reduz os níveis de glicose por uma ação inibitória e reguladora da enzima glucose-6- phosphatase, que age elevando os níveis de açúcar no sangue.

Realmente se trata de uma frutas com muitas propriedades funcionais e apesar de muitos o classificarem como um vilão, claramente pode-se afirmar que é um alimento essencial para nossa saúde.

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Referências:

1. Nayak BS, Raju SS, Chalapathi Rao AV. Wound healing activity of Persea americana (avocado) fruit: a preclinical study on rats.J Wound Care. 2008 Mar;17(3):123-6.
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3. Lerman-Garber I, Ichazo-Cerro S, Zamora-González J, Cardoso-Saldaña G, Posadas-Romero C. Effect of a high- monounsaturated fat diet enriched with avocado in NIDDM patients. Diabetes Care. 1994 Apr;17(4):311-5.
4. Stücker M, Memmel U, Hoffmann M, Hartung J, Altmeyer P.Vitamin B(12) cream containing avocado oil in the therapy of plaque psoriasis. Dermatology. 2001;203(2):141-7.

5. Werman MJ, Mokady S, Nimni ME, Neeman I. The effect of various avocado oils on skin collagen metabolism. Connect Tissue Res. 1991;26(1-2):1-10.
6. British Journal of Urology (vol. 80, p.427-32, 1997) Specific and exacting protocols were applied in a meticulous study by Klippel et al, using pure beta-sitosterol which established what a powerful supplement beta-sitosterol complex is for BPH.

7. British Journal of Urology (vol. 78, p. 325-36, 1996) Buck and his colleagues produced a comprehensive review of phytosterols and also explain the 5-alpha-reductase inhibition, lack of side effects and androgen blocking effects.
8. Lancet (vol. 345, p. 1529-1532, 1995) Berges, R. in a randomized, placebo-controlled, double-blind clinical trial of beta-sitosterol in patients with benign prostatic hyperplasia, found that pure beta-sitosterol complex, showed significant improvement in symptoms and urinary flow parameters in the treatment of benign prostatic hyperplasia. 9. Current Therapeutic Research (vol. 55, p. 776-85, 1994) Braeckman et al studied over 500 patients with BPH symptoms and found dramatic improvements in 9 out 10 patients in only 45 days using a high phytosterol content extract of saw palmetto. This is a painstaking and cautious multi-centre open study which proves without doubt the effectiveness and safety of highly concentrated phytosterol extracts in the treatment of BPH. These studies substantiate how 5-alpha-reductase is inhibited so that testosterone cannot be converted to DHT.

10. European Urology, (vol. 26, p. 247-52, 1994) Strauch, G. Compares finasteride drug and saw palmetto in the inhibition of 5-alpha-reductase in healthy male volunteers showing the effectiveness of beta-sitosterol.
11. European Urology (vol. 21, p. 309-24, 1992) Di Silverio and his colleagues showed the effectiveness of very powerful saw palmetto extracts in treating BPH. This was due to the phytosterols exhibiting an anti-estrogenic activity in prostatic tissue of BPH patients. It also showed a powerful inhibition in the conversion of testosterone into dihydrotestosterone by blocking 5-alpha-reductase.

12. Arch Ital Urol Nefrol Androl (vol. 63 p. 341-5, 1991) Carani, C. et al carried out a urological and sexual evaluation of treatment of benign prostatic disease using Pygeum africanum at high doses with positive results.
13. Wien Klin Wochenschr (vol. 23, p. 667, 1990) Barlet, A. had dramatic improvements in a double-blind, placebo controlled, multi-centre study with 263 BPH patients using a Pygeum africanum extract.

14. Med. Sci. Res. (vol. 16, p. 1067-68, 1988) Malini et al., reduced the weight of the dorsolateral prostate using pure beta-sitosterol.
15. Urologe A (vol. 24, p. 49-51, 1985) Vontobel et al., using highly concentrated extract of stinging nettle root, in which beta-sitosterol is the only sufficiently-concentrated active ingredient, effectively treated BPH.

16. British Journal of Clinical Pharmacology (vol. 18, p. 461-2, 1984) Champault et al., dramatically reduced night urination, greatly improved urine flow rate and reduced bladder residual urine when treating BPH using phytosterols, which acted as an anti-androgen to prevent the formation of DHT (dihydrotestosterone) and inhibit 5- alpha-reductase.

17. J Ann Urol ( Paris ) (vol. 18, p. 193-5, 1984) Dufoour, B. showed, in a controlled study, the effectiveness of beta- sitosterol from an extract of African pygeum, on the functional symptoms of prostatic adenoma.
18. Pharmacy (vol. 79, p. 327, 1983) Briley showed that beta-sitosterol inhibited DHT through its anti-androgenic action.

19. Fortschrifte Med. (vol. 101, p. 713-16 (1983) Schmidt et al used a high beta-sitosterol complex from concentrated stinging nettle to improve BPH and also discovered a powerful reduction in hormone binding globulin and a decrease in DHT binding, indicating that beta-sitosterol prevents the normal negative action of DHT.
20. Bouic, P.J.D.; Etsebeth, S.; Liebenberg, R.W.; Albrecht, C.F.; Pegel, K.; Van Jaarsveld, P.P. Beta-sitosterol and beta- sitosterol glucoside stimulate human peripheral blood lymphocyte proliferation: Implications for their use as an immunomodulatory vitamin combination. International Journal of Immunopharmacology, vol. 18, no. 12, pp. 693- 700, Dec. 1996.

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